MEGA PJRTAL

Mini-Sites

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Caipiras

O caipira vai ao médico reclamando de dores no pênis.
– Quantas relações sexuais o senhor tem por semana? – pergunta o doutor.
– De cabeça não sei contar, não, doutor! Fugi da escola novinho! Só sei contar até dez!
– Dez? Então vou mudar a minha pergunta: quantas relações sexuais o senhor teve ontem?
– Ontem eu acordei de madrugada e dei uma. De manhã, antes do café, outra. Depois do café, mais uma. Aí fui trabalhar no cafezal. Lá pelas 10 horas a patroa foi me levar um lanchinho e...
– O senhor deu mais uma?
– Não, doutor! Aí eu dei duas! Depois, antes do almoço, dei outra. Tirei um cochilo, dei outra e voltei pro cafezal. Quando era de tarde, fui para casa e dei mais uma antes do jantar... Aí fui dormir.
– Então o senhor deu sete?
– Se não esqueci nenhuma...
– Então está aí o problema! O seu pênis está doendo porque você está fazendo sexo demais!
– Ai, que alívio! – disse o caipira.
– Pensei que fossem as punhetas que eu toco no banho...

 

Além de barbeiro na profissão, o rapaz dirigia muito mal. Como os negócios não iam bem na sua cidadezinha do interior, resolveu tentar a sorte na cidade grande. Só que, a cada "fechada" que dava no trânsito, um motorista protestava:
— Barbeiro! Barbeiro!
Impressionado, ele contou a história à mãe. "Todos lá me conhecem, é incrível!" A velha não acreditou e foi com ele de carro, conferir. Mal chegaram, ele quase joga o veículo em cima de um táxi. O chofer, louco de raiva, grita pela janela:
— Barbeiro filho da p...!
E ele, para a mãe:
— Está vendo, mãe? Conhecem a mim e à senhora!



O velho nordestino machista, nos confins da caatinga, espanta-se ao ler o jornal:
— Chupa-cabra já conheço há muito tempo. Mas só vi isso em outras zonas.



O caipira desce do ônibus na Rodoviária de São Paulo e começa a caminhar pela cidade. Diante de uma grande lixeira pública, pára, lê atentamente a frase "Colabore com a Limpeza Pública", tira a carteira, pega uma nota de 10 reais e enfia na lixeira.


O rapaz leva o amigo da cidade grande para passar o Carnaval na fazenda onde tinha nascido. Chegam e saem para passear:
— Olha lá, Valdir. Foi naquela casa azul que eu nasci.
Andam um pouco mais e o rapaz continua apresentando a fazenda ao amigo:
— Fui batizado naquela igreja. Olha, Valdir, foi embaixo daquela árvore que eu transei pela primeira vez!
E o amigo:
— Que barato! Embaixo de uma árvore? E o que ela falou?
— Méééééééé...



A jovial senhora da cidade passeia pela fazenda com a filhinha de 6 anos. No pasto, um jumento com o pênis ereto. A menina aponta para ele e pergunta:
— Mãe, o que é aquilo?
— Não é nada não, filhinha...
— O que é aquilo, mãe?
— Já disse, menina, não é nada.
Um peão, sentado ao lado da cerca, pitando sossegado, olha bem para o membro do animal, depois fita a garota curiosa e finalmente encara a mãe:
— Virge Maria, a senhora me adescurpe, mas, se aquilo não é nada, o seu marido é um fenômeno!


A mocinha do interior chega à cidade e logo se apaixona por um sujeito que conhece numa festinha. Daí para o motel é um salto. Quando já está se preparando para ir pra cama, vê largada no chão, estendida, uma camisinha usada.
— Ai! Nossa! — ela exclama, assustada.
— Ué! — diz o parceiro. — Não se usa isso no lugar de onde você veio?
— Claro que sim — ela responde. — Só que, lá, a gente não esfola e joga fora a pele.


Dois caipiras pescando. E um deles, sem se alterar:
— Tonho, jacaré comeu meu pé.
— Qual deles?
— E eu sei, Tonho? Jacaré é tudo iguar.


Ao cair da tarde, dois compadres fazem um jogo de adivinhação, na mesa de um boteco:
— Se você adivinhar quantas cabras eu tenho lá no meu sítio, eu te dou uma e fico com as outras três.


Um caipira se muda para a cidade grande e logo vira motivo de gozação dos vizinhos. Um deles manda o caipira tomar cuidado com as águias gigantes que costumavam atacar as pessoas. No dia seguinte, o caipira sai de casa e avista uma asa-delta. Grita para a mulher:
— Estou vendo uma daquelas águias gigantes... Traz logo a minha espingarda!
A mulher traz a arma, o caipira mira bem e manda bala.
— Acertou? — pergunta ela.
— Acho que sim. Pelo menos o homenzinho ela soltou.

M@rcos Web Desing - Tel/Fax: (15) 3244-1223